Quarta-feira, Junho 23, 2010

Caipirinha for Breackfast










Tem gente que cresce com uma familia normal. Com gente que faz advogado, medico, psicologo. Tem gente que passa o Natal, mas que se tivesse a telecamera do big brother, mais que um Natal pareceria um funeral. Tem gente que tambem em casa fica de jeans.

Depois tem outra gente.
Tem outra gente que cresce com uma familia anormal. Louca. Com gente que faz o pintor de rua, vendedor de peças de automoveis, o dependente da Geox. E depois tem aquele que no entanto que faz uma cirurgia atende ao telefone. Tem outra gente que no Natal fica bebada, dà risada, que atè o vizinho escuta. Tem outra gente que fica de pijama tambem se tem visita.
Tem outra gente que se diverte!

E depois tem agente, a familia docinho, que come chocolate, e que tambem se não è magra è feliz!
Mario, Giulia, Kyma. Giulia, Kyma, Mario. Kyma, Mario, Giulia. . . .

". . ." Essa seria a descrição dessas ferias de Natal. E isso não quer dizer "no comment".
Inesplicavel.

Como Dante diria, essas ferias tiveram um efeito salvifico nos mais velhos da familia, para nos entendermos: MarioGiulia.

Os jogos, o snowboard na playstation . . .
Clientes assiduos de pizzarias, sorveterias, mas principalmente do affogato ao Grom!
Os passeios em San. Giminiano, Volterra...
E depois...
O beijo da boa noite, do bom dia, do... nada.
As continuas conversas, no começo forçadas, depois naturais.
O famoso hospital.
As noites, em tres, apertadinhos em uma cama para dois. . .

E depois eu e voce, na cama. E no entanto que eu leio voce observa. Na verdade pensa. Seus olhos se enchem de saudade. . . Tambem os meus. Mas aquele foi o momento mais lindo. MAIS BELO!
Porque o presente contestou o passado.
We will always toghether.

O bom humor sempre no "on", porque sabiamos que tinhamos que superar o nosso ser lunaticos, porque não tinhamos tempo.

O tempo è rapido. Demais.

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