quarta-feira, junho 23, 2010

Na familia acredito. O diz tambèm facebook. No casamento não. O digo eu.



Casamento.
Do grego, gignomai, significa procriar.
Do latim, matrimonium, significa ser mãe.
Do dicionario italiano, significa: uniao entre homem e mulher sancionada em frente a um publico oficial ou a um mistero de culto.

Segundo a banda italiana Zero Assoluto, significa: mudar vida, mudar de casa, fazer compras, ter um filho e um cachorro, enfrentar familiares e dores de cabeça recorrentes...
Do album da banda Zero Assoluto, significa Divorçio.

Casamento.
Proposito? Fazer uma familia.
Mas o que è uma famila?
Familia.
Do dicionario italiano, è: complexo de individuos ligados por vinculos de sangue.
Por Èduard Rey: se chama familia um grupo de individuos ligados por vinculos de sangue, que brigam uns com os outros por questoes de dinheiro.

E todos os filhos nascidos fora do casamento, de um casamento nunca existido?
São bastardos?
Prazer: filha bastarda.

Se pode ter familia com ou sem anel coniugal.
Os direitos de seres humanos podemos ter-los com ou sem anel coniugal.

Mas agora temos que fazer uma divagação.
Quem estabeleceu que o cristianismo era a religiao universal? Quem estabeleceu que a Biblia era o livro universal? Quem estabeleceu que è assim?
Quem era o chefe universal? E quem por sua vez estabeleceu que esse era o chefe universal? E quem, de novo, estabeleceu que esse podia estabelecer que aquele era o chefe universal? E assim indo . . .
Supondo que isso tudo è verdade. As outra religioes são falsas.

Tendo em consideração tudo isso, podem se casar somente os cristao, os batizados.
Tendo em consideração tudo isso, o casamento no comum não deveria existir.

E è por isso. Que não acredito no casamento.
Creio somente no casamento entre aqueles que indipendentemente dele não tiveram filhos, e que se fosse um problema nos genitais, não tenham nem tentado fazer uma adoção.
Creio somente nesses casamentos. Porque esses são feitos pensando no amor entre um pro outro. E não, no amor de um provavel futuro filho.

Por isso não creio. No casamento. De muitos familiares.

Creio na familia. Sim aquela illegitima. Aquela que fica junto e depois se separa, sem tribunais, bens em comum. Ou quem sabe, impossivel, aquela que nunca se separa.
Na familia creio. O diz tambem facebook.

And last but not the least:
A definição de casamento deveria ser: união entre dois individuos, que se amam.

Boletim de guerra








"Brum brum" a moto faz.
A gasolina quase nao consegue mais.

Depois 11 minutos a moto não fez mais "brum brum". Mas não pela gasolina.

Tudo retto, rampa (praça Alberti). Direita ou retto? Esse è o dilemma.
Uma olhada às indicações. De repente viro à direita. Curva larga demais. Pneu levemente furado. Freio. O pneu escorrega. A moto si inclina.
"Porra, è a fim".

7:51 No chão.

Moto em cima de mim. Depois chega o mitico superman e o tira de cima de mim. Calças sujas.
Dor. Muita dor. E eu, tranquila. Pela primeira vez: grito da dor. Dessa vez nao fica sò pra mim.
E os meus quatro anjos da gauardia: Nardi, Caro, Gigione, Sara - me encorajavam.
E tive vontade de chorar. Pelo medo. Pela minha mãe, que teria que pagar as indemnizações. Pela prof. que teria me dado três.
Mas principalmente pelo medo e pela dor!

Depois me obrigaram a chamar mãe.
"Sim oi mãe. Escuta, tenho que lhe dizer que... fiz um acidente. Tranquila. Dói um pouco o joelho. Nada demais. Agora chega a ambulância, mas sò por controles. " disse-o assim com a voz tranquila. Um segundo antes estava gritando ...
E assim fiz com a minha amiga da sala.

Uma hora entre buracos e tudo para chegar ao hospital. No entanto a enfermeira prenotava uma mesa para oito, um a mais por segurança.
A perna tremia ...

RX a barriga. Ao joelho.
E antes. "Tem a possibilidade que esteja gravida?". Sempre a mesma pergunta. Sempre ao hospital. Sempre quando estou com menstruação.

Resultado: contusão. Muletas. Antidolorificos. Pè inchado, porque o sangue não circula.

E pensar que se a zizi não teria dito que teria botado três. Talvez teria re-gazeado aula.
Era destino. E pensar que embora a dor fosse muita, achava de chegar na escola uma hora depois.


Sorte, não è a palavra certa. Mas è a primeira que vem em mente!

Caipirinha for Breackfast










Tem gente que cresce com uma familia normal. Com gente que faz advogado, medico, psicologo. Tem gente que passa o Natal, mas que se tivesse a telecamera do big brother, mais que um Natal pareceria um funeral. Tem gente que tambem em casa fica de jeans.

Depois tem outra gente.
Tem outra gente que cresce com uma familia anormal. Louca. Com gente que faz o pintor de rua, vendedor de peças de automoveis, o dependente da Geox. E depois tem aquele que no entanto que faz uma cirurgia atende ao telefone. Tem outra gente que no Natal fica bebada, dà risada, que atè o vizinho escuta. Tem outra gente que fica de pijama tambem se tem visita.
Tem outra gente que se diverte!

E depois tem agente, a familia docinho, que come chocolate, e que tambem se não è magra è feliz!
Mario, Giulia, Kyma. Giulia, Kyma, Mario. Kyma, Mario, Giulia. . . .

". . ." Essa seria a descrição dessas ferias de Natal. E isso não quer dizer "no comment".
Inesplicavel.

Como Dante diria, essas ferias tiveram um efeito salvifico nos mais velhos da familia, para nos entendermos: MarioGiulia.

Os jogos, o snowboard na playstation . . .
Clientes assiduos de pizzarias, sorveterias, mas principalmente do affogato ao Grom!
Os passeios em San. Giminiano, Volterra...
E depois...
O beijo da boa noite, do bom dia, do... nada.
As continuas conversas, no começo forçadas, depois naturais.
O famoso hospital.
As noites, em tres, apertadinhos em uma cama para dois. . .

E depois eu e voce, na cama. E no entanto que eu leio voce observa. Na verdade pensa. Seus olhos se enchem de saudade. . . Tambem os meus. Mas aquele foi o momento mais lindo. MAIS BELO!
Porque o presente contestou o passado.
We will always toghether.

O bom humor sempre no "on", porque sabiamos que tinhamos que superar o nosso ser lunaticos, porque não tinhamos tempo.

O tempo è rapido. Demais.